São João, Santo Antonio, São Pedro ou todos os Santos, as festas Juninas realizadas no mês de junho no Brasil são uma tradição de norte ao sul do país.
Os fogos de artifício, fogueiras, brincadeiras envolvidas em bandeirinhas que dão um toque de alegria e um colorido especial às noites, resgatando antigas tradições populares. É a época das pamonhas, canjica, pé de moleque e um cem número de comidas típicas regadas a quentão e muita caipirinha.
Por toda parte, só se ouvem os sons da sanfona, da zabumba e do triângulo.
No Brasil essas festas ,trazidas pelos portugueses ,começaram tradicionalmente nas igrejas, mas hoje tomaram conta das ruas. Na Paraíba já é uma atração turística tão grande quanto o carnaval.
Forró é um gênero musical que engloba vários ritmos como o baião, o xote, o xaxado. Nosso maior expoente do gênero é o grande Gonzagão, como era chamado o Luiz Gonzaga (pai):
“Eu vou mostrar pra vocês
Como se dança o baião
E quem quiser aprender
É favor prestar atenção
Morena chegue prá cá
Bem junto ao meu coração
Agora é só me seguir
Pois eu vou dançar o baião....”
(Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira)
Como disseram os angolanos,
“os bons ventos do Nordeste invadiram o Chá de Caxinde”, conhecido Centro Cultural da intelectualidade angolana.
A Embaixada do Brasil promoveu no Chá de Caxinde uma festa Junina para mostrar uma tradição brasileira que, como quase tudo que é nosso , tem a ver com Portugal mas também com Angola, cada um guardando suas características.
A festa foi um sucesso. A participação da comunidade brasileira foi uma beleza, desde a ajuda na organização, decoração e comidas maravilhosas, como no público que compareceu a caráter dando um colorido especial a festa.
A quadrilha, muito bem encenada pelos alunos do CEB, Centro de Estudos Brasileiros, estava uma graça e puxou todos os convidados para o centro do salão.
Um público composto não só de brasileiros, mas também por muitos angolanos e estrangeiros de outras nacionalidades, participou e vibrou com a festa.
Surpreendente foram os ingressos: 1 kg de alimento não perecível para ser doado. Muito comum no Brasil, nada usual por aqui . Mas foram tantos os alimentos que resolvemos dividir para 2 instituições.
Os beneficiados foram o Centro de Nutrição Irmã Antonia e os Salesianos que atendem inúmeros projetos igualmente bem organizados.
Só tenho palavras de agradecimento à comunidade brasileira que respondeu com entusiasmo a mais uma iniciativa cultural do Embaixada do Brasil.
E a festa agradou tanto aos angolanos e demais comunidades que, arrisco dizer, é uma tradição que veio para ficar.
O Chá de Caxinde pronto prô Arraiá

abertura com o Embaixador

a noiva grávida e

o noivo fujão

a quadrilha com os convidados

e entramos na quadrilha

todos com muita alegria

Tessa e Rodrigo, diretora do CEB

Jaques e Paula, diretor do Chá de Caxinde
as fotos são do Carlos

participação internacional

a dona da fazenda em festa

muitos amigos

fazendo o caixa $$$$$$

as barracas cheias de comidas

ajuda da turma da Embaixada

a turma da pesada

os amigos voluntários e muitas guloseimas

representantes dos colaboradores
